Vamos falar sobre o HIV




O que é HIV




HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. Causador da aids, ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.

Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a AIDS. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas, podem transmitir o vírus a outros pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.

Biologia – HIV é um retrovírus, classificado na subfamília dos Lentiviridae. Esses vírus compartilham algumas propriedades comuns: período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune.

Sintomas e fases da aids

Quando ocorre a infecção pelo vírus causador da aids, o sistema imunológico começa a ser atacado. E é na primeira fase, chamada de infecção aguda, que ocorre a incubação do HIV – tempo da exposição ao vírus até o surgimento dos primeiros sinais da doença. Esse período varia de 3 a 6 semanas. E o organismo leva de 30 a 60 dias após a infecção para produzir anticorpos anti-HIV. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. Por isso, a maioria dos casos passa despercebido.

A próxima fase é marcada pela forte interação entre as células de defesa e as constantes e rápidas mutações do vírus. Mas que não enfraquece o organismo o suficiente para permitir novas doenças, pois os vírus amadurecem e morrem de forma equilibrada. Esse período, que pode durar muitos anos, é chamado de assintomático.

Com o frequente ataque, as células de defesa começam a funcionar com menos eficiência até serem destruídas. O organismo fica cada vez mais fraco e vulnerável a infecções comuns. A fase sintomática inicial é caracterizada pela alta redução dos linfócitos T CD4 – glóbulos brancos do sistema imunológico – que chegam a ficar abaixo de 200 unidades por mm³ de sangue. Em adultos saudáveis, esse valor varia entre 800 a 1.200 unidades. Os sintomas mais comuns são: febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento.

A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais avançado da doença, a aids. Quem chega a essa fase, por não saber ou não seguir o tratamento indicado pelos médicos, pode sofrer de hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de câncer. Por isso, sempre que você transar sem camisinha ou passar por alguma outra situação de risco, faça o teste.

Requer um diagnóstico médico

Algumas semanas depois da infecção pelo HIV, podem ocorrer sintomas semelhantes aos da gripe, como febre, dor de garganta e fadiga. A doença costuma ser assintomática até evoluir para AIDS. Os sintomas da AIDS incluem perda de peso, febre ou sudorese noturna, fadiga e infecções recorrentes.
As pessoas podem ter:
Dores locais: no abdômen
Dores circunstanciais: ao engolir
Tosse: seca
No corpo: fadiga, febre, mal-estar, perda de apetite, suor noturno ou suor
No aparelho gastrointestinal: diarreia, diarreia aquosa, diarreia persistente, náusea ou vômito
No peso: perda de peso, perda de peso e fraqueza ou perda de peso não intencional severa
Na boca: língua branca ou úlceras
Na pele: erupções ou pústulas
Na região genital: dores ou inchaço
Na garganta: dificuldade em engolir ou dor
Também é comum: dor de cabeça, infecção oportunista, linfonodos aumentados, pneumonia ou sapinho.

O tratamento consiste no uso de antivirais contra o HIV

Não existe cura para a AIDS, mas uma adesão estrita aos regimes antirretrovirais (ARVs) pode retardar significativamente o progresso da doença, bem como prevenir infecções secundárias e complicações.
Medicamentos
Antiviral HIV e Antiviral
Antiviral HIV
Suprime o HIV para retardar o progresso da infecção e reduz o risco de infectar outras pessoas.
Antiviral
Reduz a capacidade dos vírus de se replicar.
Preventivo
Profilaxia pós-exposição
Tomar medicação de emergência para prevenir a doença após ser exposto a um vírus ou bactéria causador da doença.
Especialistas
Infectologista
Trata infecções, incluindo as de natureza tropical.
Psicólogo clínico
Trata transtornos mentais, principalmente com terapia pela fala.
Clínico geral
Previne, diagnostica e trata doenças.

Assim pega HIV/Aids

  • Sexo na vagina sem camisinha
  • Sexo oral sem camisinha
  • Sexo anal sem camisinha
  • Uso de seringa por mais de uma pessoa
  • Transfusão de sangue contaminado
  • Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação
  • Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados.

Assim não pega HIV/Aids

  • Sexo desde que se use corretamente a camisinha
  • Masturbação a dois
  • Beijo no rosto ou na boca
  • Suor e lágrima
  • Picada de inseto
  • Aperto de mão ou abraço
  • Sabonete/ toalha/ lençóis
  • Talheres/ copos
  • Assento de ônibus
  • Piscina
  • Banheiro
  • Doação de sangue
  • Pelo ar

Mas muito ao contrário do que se pensa, HIV e AIDS são diferentes, HIV é a fase inicial, a pessoa muitas vezes não apresenta sintoma, já a AIDS é o estados mais avançado da doença, que ainda não tem cura, mas que tem tratamento. Que são feito pelos antivirais, e as pessoas portadoras vivem normalmente seguindo rigorosamente o tratamento, que uma vez iniciado com o medicamento, não se para mais, pois corre o risco do vírus criar imunidade contra a medicação, por isso é importante tomar diariamente os remédios e sem esquecer, hoje em dia como a tecnologia está avançada tem um medicamento 3×1 (3 medicamentos diferentes em 1 só comprimido) o que facilita e muito no tratamento, mas o paciente não deve esquecer e nem parar, pois uma vez que o vírus cria imunidade será necessário trocar o medicamento e ao invés de apenas 1 comprimido diário seria necessários 3 diários, muitas das pessoas apresentam efeitos colaterais como: tontura, ânsia, pesadelos entre outros, mas tudo suportável para a continuidade dos medicamentos, o que é muito necessário para manter uma vida saudável.